domingo, 25 de março de 2012

O R invade a minha mente e os meus sonhos desde que me lembro. Por vezes desaparece, mas é como se agora estivesse a voltar. Como um veneno que me mata lentamente mas que nunca morre.

terça-feira, 6 de março de 2012

Por momentos, senti-me confiante daquilo que tínhamos, daquilo que tinhas para me oferecer, não duvido que o tivesses. Julguei que tal coisa pudesse ser possível, e tomei aquelas férias como perfeitas, as nossas. Poderia estar horas e horas a descrever os bons momentos que me proporcionaste, claro que sim! Mas isso faria com que também me lembrasse dos dias que passei a chorar por ti, a lamentar-me do falhanço da nossa história de amor.

Ah, e desculpa por esta carta, bastante curta por sua vez,  mas as nossas memórias começam a ficar desfocadas na minha mente, desculpa mesmo.
Um beijo do tamanho do mundo, Sara.