sábado, 18 de fevereiro de 2012

15 de Fevereiro de 2012

Sinceramente, nunca esperei que ele dissesse que regressaria por mim, que se preocupava tanto comigo ao ponto de vir até à minha escola para falar comigo, mas não perdi a esperança por um segundo sequer.
Nesse dia, levantei-me cedo da cama, fui pentear-me e arranjar-me, vesti uma das minhas roupas favoritas, meti o meu bâton favorito, vermelho, esperei que a minha irmã se despachasse para sairmos de casa. Não queria acreditar que ele pudesse regressar novamente, por mim, isso era perfeito! Quando cheguei à escola guardei esta felicidade toda só para mim, as minhas amigas não gostavam que falasse dele, na cabeça delas eu tinha que o esquecer, e provavelmente estavam certas. Na primeira aula, tive matemática, estava à espera de uma das longas aulas em que o meu professor nos deixava a fazer exercícios e entrava no mundo da Internet, mas por mais estranho que pareça, passámos a aula a jogar um jogo, eu estava completamente noutro mundo, e claro, perdi o jogo. Ia ter teste ao último tempo, por isso fiquei a estudar o resto da aula. De seguida tive a aula de educação física, a única que o conseguiu afastar dos meus pensamentos. E o último tempo foi preenchido por um teste. Assim que ouvi o toque para a saída, fui com a minha amiga, a B, para o terminal que ficava junto à minha escola, ela não me deixava sequer falar nele, na verdade, ela também tinha saído de uma bela história de amor recentemente, e eu não lhe quis sequer estar a chatear. O meu coração batia mais do que nunca, na verdade, ele ia chegar no preciso autocarro em que eu e a B entrávamos, aproveitei para retocar o bâton enquanto ele não chegava, o meu autocarro era sempre o último a chegar. Assim que ouvi o autocarro a chegar, agarrei com força a mão da B, mas por grande surpresa a minha, ele não apareceu. Eu sei que todos me avisaram que ele poderia não aparecer, que seria o mais provável até, mas dentro de mim conseguia guardar a esperança de que o iria voltar a ver. Estarei a dar em louca por ainda acreditar que alguma vez poderia ter um final feliz com ele?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gostava de te ter aqui por perto, de te falar dos meus dias como em tempos o fazia. Gostava que me contasses mais uma das tantas histórias de amor que me costumavas contar, de te sentir por perto como quando fazíamos do meu nosso, ou somente de me entregar ao piano, que tu tanto gostavas, e tocar, soltar-me, é claro que seria fantástico tocar contigo a meu lado, talvez um dia, quem sabe... Hoje não é certamente esse dia. Espero realmente que estes dias te ajudem a pensar, a libertar aquele ser que tanto me fascinou, em tempos... Sinto falta de alguém que me diga todos os dias que me ama, incondicionalmente, aliás, eu não sinto falta de ninguém, a única pessoa que quero ao meu lado és tu, somente tu, temo que isto que tivemos seja apagado, com toda essa frieza que criaste dentro de ti. Gostava de parar de sonhar tanto e de imaginar que a nossa história alguma vez possa vir a ter um final feliz.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

P, na verdade nem percebo o porquê de ainda te escrever, talvez por estupidez, ou apenas por sentir a tua falta todos os dias. Passei por aqui nestes breves minutos antes de voltar ao mundo da matemática, e claro, não poderia deixar de te escrever . Ah, é só para saberes que daqui a uma semana faz um ano desde o inicio da nossa bonita história de amor, ou melhor, desde que apareceste na minha vida, adoro-te, e espero encontrar-te na sexta feira.
Mil beijinhos, Sara. 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

E hoje faz um ano em que a minha paixão por este mundo do blog começou, ao inicio, escrevia para o R, e ele lia tudo aquilo que lhe escrevia, sinceramente, acho que era isso que alimentava a nossa relação bastante especial. Com o tempo, apercebi-me que o amor não era como eu sempre pensara, talvez me tenha apercebido desde a a minha primeira desilusão de amor. Escrevo para o meu grande amor, o P, desde sempre neste blog, desde a primeira carta que lhe escrevi, desde o inicio da nossa relação, e até mesmo depois do nosso triste fim, aqui está escrita uma grande parte, ou senão toda, a minha história de amor. Enfim, um ano não é verdade? Espero que este blog tenha muitos e muitos anos, devo-vos tudo, meus queridos seguidores.