sábado, 24 de dezembro de 2011

 
Estive para te mandar uma carta nesta noite fria de Natal, planei tudo, mas com o passar de cada dia me apercebi que não obteria qualquer resposta ao mandar essa mesma carta, rapidamente desisti dessa ideia. Admiro-te, sem dúvida que te admiro. A forma como deitas fora todas as paixões que tiveste, se realmente as tiveste! Nem imaginas a frustração que tenho ao saber que, neste dia tão especial, o possas ter partilhado com outra pessoa, é sem dúvida estranho e de certa forma desconfortável, planeámos que este dia, tal como todos os outros nos pertenceriam, como o tempo que levavam as nossas chamadas, os nossos dias felizes, as vezes que nos desencontrámos, e as vezes em que, por ironia do destino, nos voltávamos a encontrar. Tenho saudades tuas, sei que é de loucos dizer que ainda estou à espera que regresses, mas sabes tão bem quando eu, isto se ainda te lembrares de mim, que nunca perco as esperanças que trago comigo todos os dias. Quem me dera ainda te poder contar todos os meus dias como em tempos o fazia, nunca mais consegui fazer o mesmo com outra pessoa. Mas para dizer a verdade também não o quero fazer. Que tenhas um feliz natal...
Adoro-te.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


Estes arrepios que agora me deram ao pensar nele devem ser de frio, de certeza, não me quero apaixonar, não quero mesmo.