segunda-feira, 30 de maio de 2011

Desde hoje, por volta da uma hora ou pouco mais, tu mandaste-me uma mensagem, um pouco estranho, visto que nunca mais me tinhas dito nada, nada que eu não gostasse, simplesmente não estava à espera, a nossa conversa começou bem, até que no meio de uma súbita discussão,eu apreciava a maneira do teu citar cada palavra, ao querer prenunciar cada palavra não conseguia, estranho, normalmente tenho sempre resposta! Mas a única coisa que consegui citar foram simplesmente quatro palavras, e realmente o que quatro palavras mudam uma conversa.
Estranho não é?

sábado, 28 de maio de 2011


Que tentação ter que te resistir todos os dias, que perdição cada vez que me chamas e me beijas o rosto, ai que bom que é sempre que isso acontece!
Que bem que sabe cada vez que me acaricias o rosto, as saudades já me estavam a devorar por dentro e sabes que mais? Começo a habituar-me ao facto de agora sermos só amigos e estou realmente a começar a gostar, contudo, ao mesmo tempo, eu juro que te amo...
E por cada vez que me acaricias com um beijo o rosto, a vontade constante que penetra dentro de mim, é tocar com os meus lábios nos teus, e te abraçar.
Será pecado amar-te tanto? Ou será somente uma tentação imensa que os nosso corpos têm em se tocar, em se sentirem, em se satisfazerem!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um texto que escrevi hoje durante a aula de Português

Tu eras o actor,
Entre mil poemas de amor.

Eu escrevia romances sem parar,
Que te deixavam a imaginar.

Foram beijos e abraços,
Que agora deixam o meu coração em pedaços.

Tenho uma caneta sobre a mão para escrever,
E outra para reler.

E teu nome escrito no braço,
Com a saudade de um abraço.

Ainda hoje para o pensar,
No brilho do teu olhar.

Agora, gosto de imaginar,
Tudo aquilo que ainda me deixa a pensar.

Depois de ter escrito este texto, muita coisa mudou, mas tinha que o postar...
E peço desculpa por não puder responder a alguns comentários, mas o meu blog está com problemas....

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Caro ser ao qual tanto me fascina e me faz escrever cartas de amor, sei que hoje poderia ser só mais um dia em que te iria escrever no meu blog em vão, sem motivo aparente, mas o que é certo é que não é (como eu à muito esperava por escrever), hoje, num dia simplesmente banal, igual a todos os outros, eu estava a caminhar, para ser sincera nem tinha um rumo certo, até que tu passas-te por mim, sorris-te com esse teu sorriso que tanto me fascina, que me apaixonou, e eu retribui o sorriso, não simplesmente para te mostrar que ainda tinha boa educação para te oferecer já que o meu amor não te poderia oferecer, mas porque fiquei realmente contente, até que passas-te a meu lado, por uns segundos que se prolongavam, senti algo a tocar-me suavemente, uma mão, olhei para trás, até que vi que essa mão era a tua, e que o teu olhar estava fixado em mim, senti-me realizada em poucos segundos, satisfizeste-me!
E esse puder que tens em mim, é realmente estranho, porque por momentos, senti uma enorme vontade de te agarrar, tocar com os meus lábios nos teus, te morder o lábio, te abraçar e dizer que quero ficar contigo para sempre!

E sabes que mais? Adoro-te!


E mais uma vez quero dizer aos plagiadores que são ridículos, e que esta semana encontrei mais 2 blogges iguais ao meu, sento um deles a querida plagiadora que não desiste de me plagiar Inês Ferreira! E sabem que mais? Assim não vão a lado nenhum!

sábado, 14 de maio de 2011

Dear love...

Ela (após uma semana de ter acabado o namoro)- Já alguma vez te arrependes-te de alguma coisa que tenhas feito até agora e que quisesses muito voltar atrás ao ponto de fazeres qualquer coisa por isso?
Ele- Não. Porque?
Ela- Foi só uma pergunta... (enquanto na cabeça dela ela lhe quisesse dizer que estava arrependida e queria voltar atrás desde o primeiro dia)
Ele- Estás parva ?! (por mais que não quisesse foi a única coisa que lhe conseguia dizer, por ainda estar mal com o facto de ser ela a ter acabado com ele...)
Ela- Nunca pensei que fosses assim, que tivesses esse modo de ver as coisas.... (toda aquela vontade de falar com ele e dizer tudo aquilo que sentia e que o queria de volta rapidamente fugiu)
Ele- Então porque? (ele sabia que lhe estava a tratar mal, mas desde o dia em que tudo acabou que não pensara noutra coisa e sentia que já não fazia parte da vida dela.)
Ela- Tu não eras assim, desde o primeiro dia em que te conheci que me fascinaste, e que sempre me tratas-te bem, agora, que isto tudo acabou, não me dizes nada, mal falas comigo, e se falas é somente para mostrar que ainda tens boa educação, tratavas-me como tua prioridade e dizias ter medo de me perder, agora que tudo acabou desprezas-me sou assim tão insignificante na tua vida? (ao proferir estas palavras as lágrimas corriam-lhe sobre o rosto, e ela tentava limpar sem ele dar por nada...)
Ele não lhe deu resposta, ao mesmo tempo ela virou as costas e foi em bora, num paço apressado procurado um local para chorar, ele ficou pensativo, sereno no mesmo local..
No dia seguinte ela tomou a decisão e prometeu a si mesma, que ele nunca mais a iria fazer chorar.
Passou um fim de semana, e na segunda feira, os seus olhares cruzaram-se à entrada da escola, ela, atrapalhada com os seus livros, ele com o seu grupo de amigos, contudo, aparentava um sorriso forçado no rosto ao passar por ela, ela desviou o olhar, até que ele tomou a iniciativa de ir falar com ela...
Chamou-a e assim proferiu..
-Desculpa, desculpa se fui ''parvo'' contigo no outro dia, não era isso que eu queria, mas ainda hoje estou a pensar como as coisas acabaram, e foste a primeira namorada que tive, que acabou comigo e não eu com ela, e quando eu te dizia que tinha medo de te perder, tinha mesmo, e não penses que foste só mais uma, porque não foste, e és a primeira rapariga que eu gosto a sério...
Ela-Pois, mas eu esperei por ti, eu sempre te defendi, eu sempre te amei, eu lutei por ti sem nunca desistir, eu amei-te realmente...
Dando por concluir o diálogo, ela virou as costas e seguiu o seu caminho, ele só deixou de olhar para ela quando a sua sombra desaparecera, as lágrimas pela primeira vez caíram-lhe sobre o rosto por uma ex-namorada, ai sim, percebeu que realmente lhe amava e que era ela com quem ele queria ficar, agora, percebeu que ela já não ia voltar atrás e por mais que ainda estivesse apaixonada por ele, não iria voltar atrás...

História escrita por mim...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dear P


Dear P, nem sabes a vontade que tenho de te beijar cada vez que passas por mim, como se nada se tivesse passado, nem sabes o quanto é cruel não o puder fazer, não suporto a ideia como estás a reagir com isto tudo, desculpa te estar a escrever por aqui, mas agora é a única maneira que tenho de comunicar contigo, e tenho mesmo que te dizer tudo aquilo que penso, sabes que não consigo deixar palavras por escrever, por isso vou te dizer tudo aquilo que penso: Essa tua maneira de ver as coisas é algo que me está a deixar confusa, tanto estás bem, como estás mal, tanto olhas para mim com amor, como olhas com desprezo, e não te consigo mesmo perceber, juro-te que já tentei, mas compreender-te é uma coisa impossível, pode ser que um dia o consiga fazer, mas por agora, limito-me a tentar compreender essa forma com que olhas para mim, eu preciso de ti, preciso de me voltar a sentir bem perto de ti, mas acho que é impossível, visto que agora comunicar contigo é impossível, bem, hoje nem nos vimos, sabes o quanto isso é frustrante para mim? Já a ti, nem sei se é ou não, também não me deixas perceber!

Ah, e tinhas razão quando um dia me disses-te que ias fazer de tudo para eu nunca te esquecer de ti, tal como tu não te iras esquecer de mim, porque eu adoro-te!

Com amor,

(Ah, e sei que não tem nada haver com este post, mas informo desde já à menina Inês Ferreira, para me parar de roubar os seguidores e copiar o meu blog, porque estou farta, ao menos podias ter o minímo de orgulho e pedir-me desculpa, a mim e a todos os blog's que plageas-te!)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Realmente, tu sempre te destacas-te perante todos os rapazes, diante este conto de fadas em que pensei viver até então, tu eras o herói, aquele que se destacava, aquele por quem eu passava horas a escrever a ver fotos e a pensar, sempre foste aquele que me fazia rir diante um simples telemóvel, sim, porque o foste, mas queres saber a melhor? Não passas-te disso mesmo! Pois eu hoje descobri que o meu príncipe dos contos de fadas, herói da banda desenhada, cavaleiro nos meus sonhos, afinal não passava apenas disso, de uma fantasia, de uma ilusão pela qual tive um grande romance, pela qual me apaixonei, pela qual eu prometi que era para sempre, pela qual tanto falei às estrelas, sei que quando disse que queria por um fim a isto, eu sabia que provavelmente já nada ia voltar a ser como sempre foi até então, mas quando admiti que errei, e que me arrependi e que queria voltar atrás, o que é que esse príncipe me fez? Deixou-me de rastos em quatro ''cartas'', e fez com que eu tivesse um dos meus piores dias, sim, não tão mau quando declarei o fim a isto, porque esse sim foi um dia mau, mas garanto que não foi nada agradável, e príncipe que é príncipe, cavaleiro que é cavaleiro, herói que é herói, não deixa a sua apaixonada a chorar, e não lhe faz aquilo que me fizes-te, porque se realmente esse amor era verdadeiro, e mesmo que já não quisesses mais nada, não me tratavas assim, portanto, eu hoje percebi que príncipes só existem nos filmes, heróis só mesmo na banda desenhada e cavaleiro nas belas histórias de amor, e nos contos de fadas!

E sabes que mais senhor príncipe? Deixaste-me realmente magoada como à muito não me deixavam, por isso, dou-te os parabéns, porque são poucos aqueles, que me conseguem afectar de verdade.

sábado, 7 de maio de 2011

Agora que já não tenho nada para escrever, as palavras escaçam-me perante os dedos, as lágrimas correm sobre o meu rosto, e as tuas fotografias começam a perder o brilho sobre a minha mente, a caneta teima em escrever e os meus pensamentos são baseados em ti, agora, relembro-me de como as coisas passaram, do quão depressa o tempo passou, e do quão feliz eu fui, do sorriso que todos os dias tinha sobre o rosto, rosto esse que agora não passa de desilusão, de uma mágoa imensa que tenho, e desta solidão que sinto dentro do meu ser, do teu lugar que agora está vazio, solitário, que começa a ganhar ''pó'' no meu coração, do pensamento que tenho todos os dias, do aperto que tenho no coração sempre que penso em ti, talvez tenha a minha alma presa a ti, o que é certo, é que sempre que pego na minha caneta, és tu é o teu nome que escrevo, a cada citar das minhas palavras o teu nome é o mais prenunciado, neste momento, tenho as inicias do teu nome marcadas na minha mão..
Mas queres saber qual é a diferença? É que na minha mão, o teu nome sai simplesmente com sabão, sabão esse em que vejo o teu rosto, em cada bolha brilhante como o meu olhar ao pensar em ti, já no meu coração o teu nome, a tua imagem não sai nem com todo o sabão existente à face da terra, desta bola em que vivemos, a que tu chamas de ''mundo'', mas ao contrário de ti, o meu mudo és tu!
Com amor,
Aquela rapariga que ainda hoje espera por ti, no mesmo local onde nos encontrámos pela primeira vez..

domingo, 1 de maio de 2011


''E sabes o que é pior no meio disto tudo? é saber que a culpa foi minha ao ter-me afastado sem dar qualquer explicação, talvez um dia percebas a razão porque o fiz, agora não''
A frase tem direitos de autor